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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

PeixotoJoana










Biografia: Dra. Joana Peixoto
Pedagoga, envolvida há alguns anos com as questões referentes ao uso das tecno-logias de informação e de comunicação na educação. Professora no Mestrado em Educação e ministro a disciplina "Educação, Comunicação e Mídia" nos cursos de licenciatura da Universidade Católica de Goiás.
Cidade/Município: Goiânia.

Cursos: Concurso Objeto de Aprendizagem, Objetos de Aprendizagem, Pececles - English on-line, Projeto de Educação Continuada e Extensão Comunitá-ria, MAF 1620 - Educação, Comunicação e Mídia (C33), MAF 1620 - Educação, Co-municação e Mídia (T.A01), MAF 1620 - Educação, Comunicação e Mídia (T.C01), MAF 1620 - Educação, Comunicação e Mídia (T.C02), MAF 1620 - Educação, Co-municação e Mídia (T.C03), MAF 1620 - Educação, Comunicação e Mídia (T.C04), Formação de Professores - EaD, Nome Completo 101, Educação e comunicação, Educação Comunicação e Tecnologias, Educação e Tecnologias.

Dados pessoais:
Nome: Joana Peixoto.
Nome em citações bibliográficas: PEIXOTO, J.
Sexo: Feminino.
Endereço profissional: Universidade Católica de Goiás, Centro de Ciências Huma-nas, Departamento de Matemática e Física.
Praça Universitária.
Setor Universitário.
74000-000 - Goiânia, GO – Brasil.
Telefone: (62) 2271371 Fax: (62) 2271371
URL da Homepage: http://www.ucg.br
Endereço eletrônico: joanaucg@yahoo.com.br

Currículo Lattes:
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4799108H3

Formação acadêmica/Titulação 2002 - 2005 Doutorado em Ciências da Educa-ção.
Universidade Paris 8 Vincennes Saint-Denis, UP8, França.
Título: Les formateurs parlent. Les représentations des formateurs d'enseignants dans le domaine de l'informatique appliquée à l'éducation, Ano de Obtenção: 2005.
Orientador: Geneviève Jacquinot-Delaunay.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil.
Palavras-chave: enseignants-formation; éducation et informatique; représentations sociales.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Formação de Profes-sores.
Setores de atividade: Educação superior.
2001 - 2002 Mestrado em Estudos Superiores em Ciências da Educação.
Universidade Paris 8 Vincennes Saint-Denis, UP8, França.
Título: Technologie et éducation: possibilités de construction de l'autonomie dans la formation du professeur, Ano de Obtenção: 2002.
Orientador: Jacquinot-Delaunay, Geneviève.
Palavras-chave: éducation et informatique; technologie; enseignants-formation.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Formação de Profes-sores.
Setores de atividade: Educação superior.
1988 - 1991 Mestrado em Educação.

Universidade Federal de Goiás, UFG, Brasil.
Título: Do desencantamento pela existência e do amor pelo mundo: natalidade e educação em Hannah Arendt, Ano de Obtenção: 1991.
Orientador: Maria Cristina Cavalcanti Calisto.
Palavras-chave: condição humana; Arendt; natalidade.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tópicos Específicos de Educação.
Setores de atividade: Educação.
1988 – 1989- Especialização em Informática e educação. (Carga Horária: 360h).

Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Brasil.
Título: Sem monografia.
Orientador: Sem orientador.
1988 - 1988 Especialização em Educação Escolar Brasileira. (Carga Horária: 360h).

Universidade Federal de Goiás, UFG, Brasil.
Título: Sem monografia.
Orientador: Sem orientador.
1987 – 1988- Especialização em Especialização em Arte-Educação. (Carga Horária: 360h).

Universidade Federal de Goiás, UFG, Brasil.
Título: Sem monografia.
Orientador: Sem orientador.
1979 – 1982- Graduação em Pedagogia. Universidade Federal de Goiás, UFG, Bra-sil.

Atuação profissional:
Universidade Católica de Goiás, UCG, Brasil.
Vínculo institucional: 1995 - Atual Vínculo: Livre, Enquadramento Funcional: Pro-fessor, Carga horária: 40
Atividades: 03/2007 - Atual Pesquisa e desenvolvimento , Centro de Ciências Humanas, Departamento de Educação.
Linhas de pesquisa: Teorias da educação e processos pedagógicos.

03/2007 - Atual Atividades de Participação em Projeto, Centro de Ciências Huma-nas, Departamento de Educação.
Projetos de pesquisa: Apoio e avaliação pedagógica de um dispositivo de formação não-presencial
Agrupamentos e culturas juvenis: espaços de sociabilidade e de formação

02/2005 - Atual Ensino, Educação, Nível: Pós-Graduação.
Disciplinas ministradas: Educação e Comunicação

3/1999 - Atual Ensino, Especialização Programa de Formação de Professores, Nível: Pós-Graduação.
Disciplinas ministradas: Tecnologias de Informação e de Comunicação em Educação

1997 - Atual Ensino, Especialização Em Docência Universitária, Nível: Pós-Graduação.
Disciplinas ministradas: Tecnologia Educacional.

1/1995 - Atual Ensino, Nível: Graduação.
Disciplinas ministradas: Mídia e educação.
Informática e educação.

1/1998 - 7/1999 Ensino, Especialização Em Informática e Educação, Nível: Pós-Graduação.
Disciplinas ministradas: Ambientes Computacionais de Aprendizagem.

Escola Técnica Federal de Goiás, ETFG, Brasil.
Vínculo institucional: 1986 - 1999 Vínculo: Livre,
Enquadramento Funcional: Pedagoga, Carga horária: 40.

Vínculo institucional - 1986 - 1999 - Vínculo: Livre, Enquadramento Funcional: Pe-dagoga, Carga horária: 40.

Atividades: 8/1986 - 8/1999 - Serviços técnicos especializados , Departamento de Desenvolvimento de Ensino.

Serviço realizado: Coordenação pedagógica.
5/1995 - 12/1997- Direção e administração, Departamento de Desenvolvimento de Ensino.
Cargo ou função: Chefe de Departamento.
3/1995 - 5/1995 - Direção e administração, Assessoria Pedagógica.
Cargo ou função: Assessora pedagógica.

Linhas de Pesquisa 1. Teorias da educação e processos pedagógicos.

Projetos de Pesquisa 2007 - Atual Apoio e avaliação pedagógica de um dispo-sitivo de formação não-presencial.

Descrição: Trata-se, então, de uma pesquisa-ação que pretende realizar o acom-panhamento pedagógico dos projetos dos formadores, identificar as práticas inova-doras em curso e os fatores que as movem, visando avaliar os dispositivos de for-mação desenvolvidos. Ela deverá ser desenvolvida em três grandes etapas: 1) Le-vantamento das condições, métodos e materiais pedagógicos adotados no dispositi-vo de formação; 2) Intervenção no dispositivo, através de um processo de acompa-nhamento e apoio à produção do material; 3) Elaboração de um modelo de acompanhamento, suporte e avaliação de um dispositivo de formação a distância.
Situação: Em andamento;
Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Joana Peixoto - Coordenador.

Número de produções C, T & A: 3.
2007 - Atual Agrupamentos e culturas juvenis: espaços de sociabilidade e de formação

Descrição: Sub-projeto do Projeto Básico intitulado "Proeja: indicando a reconfigu-ração do campo da Educação de Jovens e Adultos com qualificação profissional desafios e possibilidades". O subprojeto tem como eixo central investigar jovens pobres, seus agrupamentos e culturas juvenis em termos de representações sociais que elaboram acerca das instituições sociais clássicas como a escola, a família, a religião e da rede de sociabilidade nas quais estão inseridos em territórios urbanos caracterizados pela exclusão social. Os jovens em diferentes espaços apreendem e criam estratégias de que necessitam para se movimentarem no mundo social e, nesse processo, (re) produzem modos de viver, estilos de vida, formas de agrupa-mentos e culturas juvenis diversas. No âmbito do Programa de Apoio ao Ensino e à Pesquisa Científica e Tecnológica em Educação Profissional Integrada à Educação de Jovens e Adultos, este subprojeto prioriza, em sua investigação, a área temática voltada para a diversidade sócio-cultural dos jovens adultos como fundantes da for-mação humana e da produção de identidades sociais..
Situação: Em andamento;
Natureza: Pesquisa.
Integrantes: Joana Peixoto - Coordenador.
Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Auxílio financeiro.
Número de produções C, T & A: 5.

Áreas de atuação 1.

Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tópicos Específicos de Educação / Especialidade: Informática e Educação.

2. Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tecnologia e Edu-cação.

3. Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Formação de Pro-fessores.

4. Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Educação a dis-tância.

Idiomas Compreende:
Francês (Bem), Inglês (Razoavelmente).
Fala Francês (Bem), Inglês (Pouco).
Lê Francês (Bem), Inglês (Pouco).
Escreve Francês (Razoavelmente), Inglês (Pouco).

Prêmios e títulos 2002 Prêmio Especial CEFET Goiás Pessoas que são um marco, Centro Federal de Educação Tecnológica - Goiás.

Produção em C,T & A:
Produção bibliográfica Produção técnica:

Produção bibliográfica:

Artigos completos publicados em periódicos:
. PEIXOTO, J. . A inovação pedagógica como meta dos dispositivos de for-mação a distância. Eccos. Revista Científica, v. 10, p. 39-54, 2008.
Palavras-chave: dispositivo; educação a distância; formação de professores; inova-ção pedagógica; tecnologia e educação.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Educação a distância.
Setores de atividade: Educação. ; Série: n. 1; ISSN/ISBN: 15171949.
2. PEIXOTO, J. . Metáforas e imagens dos formadores de professores na área da informática aplicada à educação. Educação e Sociedade, v. 28, p. 1479-1500, 2007.
Palavras-chave: formação de professores; informática educativa; representaçoes sociais.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação.
Setores de atividade: Educação. ; Meio de divulgação: Vários; Homepage: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s0101-73302007000400011&lng=pt&nrm=iso; ISSN/ISBN: 01017330. Citações a partir de 1996
3. PEIXOTO, J. ; CARVALHO, R. M. A. . OS DESAFIOS DE UM TRABALHO COLABORATIVO. Educativa (UCG), v. 10, p. 191-210, 2007.
Palavras-chave: educação a distância; trabalho colaborativo; análise conversacional.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Educação a distância.
Setores de atividade: Educação. ; Meio de divulgação: Vários; Homepage: http://www.ucg.br; Série: 2; ISSN/ISBN: 14150492.
4. PEIXOTO, J. . Un regard sur la trajectoire de l'informatique éducative au Brésil. Revue STICEF, v. 13, p. 13, 2006.
Palavras-chave: éducation et informatique; constructivisme pédagogique; innovation; enseignants-formation.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tecnologia e Educa-ção.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Formação de Profes-sores.
Setores de atividade: Educação superior. ; Meio de divulgação: Vários; Homepage: http://sticef.org; ISSN/ISBN: 17647223.
5. PEIXOTO, J. . Erisíchton e Macunaíma: algumas pistas para a leitura crítica dos meios. Educativa (UCG), v. 9, p. 249-264, 2006.
Palavras-chave: educação para a mídia; mediações; consumo.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação.
Setores de atividade: Outro. ; Meio de divulgação: Vários; Série: 2; ISSN/ISBN: 14150492.
6. PEIXOTO, J. . A mercadoria como ponto de partida para a compreensão da sociedade capitalista. Revista do Mestrado em Educação Escolar Brasileira, Goiânia, 1988.
Referências adicionais: Brasil/Português; Meio de divulgação: Impresso
7. PEIXOTO, J. ; Silva, E. . O estágio e a formação do educador. Inter-ação (Goiânia), v. 6, p. 103-109, 1982.
Palavras-chave: formação de professores; estágio; prática pedagógica.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Formação de Profes-sores.
Setores de atividade: Educação. ; Meio de divulgação: Impresso; Série: 1-2; ISSN/ISBN: 01017136.

Livros publicados/organizados ou edições:
1. PEIXOTO, J. ; CARVALHO, R. M. A. . Windows98 para crianças. Goiânia: Terra, 2000. v. 02. 88 p.

Capítulos de livros publicados
1. PEIXOTO, J. . Erisíchton e Macunaíma: Algumas Pistas para a Compreensão das Relações entre Mídia e Educação. In: Paraskeva, Joao M.; Oliveira, Lia Raquel. (Org.). Currículo e Tecnologia Educativa. Mangualde: Edições Pedagógicas, 2008, v. 2, p. 265-278.
Palavras-chave: consumo; educação para a mídia; imagem; mediações; signos.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Portugal/Português; Meio de divulgação: Impresso.

Trabalhos completos publicados em anais de congressos:
1. PEIXOTO, J. . Culturas digitais juvenis. In: XV Seminário de atualização de práticas docentes, 2008, Anápolis. Seminário de atualização de práticas docentes. Anápolis : Centro Universitário de Anápolis, 2008. v. XV. p. 12-31.
Palavras-chave: fotolog; sociabilidades; cultura digital.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Classificação do evento: Local; Brasil/ Português; Meio de divulgação: Impresso; ISSN/ISBN: 19818955.
2. PEIXOTO, J. . Culturas digitais juvenis e as funções das tecnologias de infor-mação e de comunicação na escola. In: 9 Encontro de Pesquisa em Educação da região centro-oeste, 2008, Taguatinga. Educação: tendências e desafios de um campo em movimento. Rio de Janeiro : Liber Livro, 2008. v. 3. p. 27-43.
Palavras-chave: cultura digital; apropriações; aprendizagem escolar; TIC.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tecnologia e Educa-ção.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Classificação do evento: Nacional; Brasil/ Português; Meio de divulgação: Impresso
3. PEIXOTO, J. . Sociabilidades juvenis: apropriações do fotolog por um grupo de adolescentes. In: Colóquio de Pesquisas em Educação e Mídia, 2007, Rio de Janeiro. 1 Colóquio de Pesquisas em Educação e Mídia, 2007. v. 1.
Palavras-chave: identidade mediatizada; Internet; cultura digital juvenil.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação.
Setores de atividade: Outro.
Referências adicionais: Classificação do evento: Nacional; Brasil/ Português; Meio de divulgação: Digital; Homepage: http://200.156.25.73/coloquio/trabalho/tecnologias_digitais/tc325261347149.pdf; ISSN/ISBN: 9788560153022.
4. PEIXOTO, J. ; MARTELLI, I. ; CARVALHO, R. M. A. . Informática e Educação na UCG - Uma experiência em andamento. In: Jornadas de Informática Educativa 98, 1998, Buenos Aires. Jornadas de Informática Educativa 98, 1998.
Palavras-chave: Informática e Educação.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tópicos Específicos de Educação / Especialidade: Informática e Educação.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Classificação do evento: Internacional; Argentina/ Português; Meio de divulgação: Digital; Homepage: http://www.jie98/

Resumos publicados em anais de congressos:
1. PEIXOTO, J. ; FELIPE, M. M. . Internet, intimidade e identidades contemporâ-neas: Perspectivas identitárias e formadoras do fotolog. In: Simpósio do Instituto Dom Fernando, 2007, Goiânia. Simpósio do IDF. Infância, Adolescência, Juventude e Família: Produção do Conhecimento e Inclusão Social, 2007. v. 1.
2. PEIXOTO, J. . Os formadores falam: as representações dos formadores de pro-fessores na área da informática aplicada à educação. In: Simpósio de Estudos e Pesquisas da Faculdade de Educação - UFG, 2006, Goiânia. Anais do XV Simpósio de Estudos e Pesquisas da Faculdade de Educação - UFG. Goiânia : Editora da UFG, 2006. p. 15-15.
3. ESTRELA, V. S. S. ; CARMO, H. F. ; PEIXOTO, J. . Contradições entre a repre-sentação e a utilização da internet, pelos alunos das licenciaturas da Universidade Católica de Goiás. In: Simpósio de Estudos e Pesquisas da Faculdade de Educação - UFG, 2006, Goiânia-Go. XV Simpósio de Estudos e Pesquisas da faculdade de Educação - UFG. Goiânia : Editora UFG, 2006. v. XV. p. 8-8.
4. PEIXOTO, J. ; FELIPE, M. M. . UMA EXPERIÊNCIA DE MUDANÇA DE UM ORGANISMO DE FORMAÇÃO PARA A MODALIDADE A DISTÂNCIA: A OFERTA DE UMA DISCIPLINA CURRICULAR NO SISTEMA SEMIPRESENCIAL. In: 3º Con-gresso e Exposição Internacional de e-Learning e Tecnologia Educacional, 2006, São Paulo. Tec-Educ@tion Anais digitais. São Paulo : Humus Consultoria Educacional, 2006. v. ano II.

Resumos expandidos publicados em anais de congressos
1. PEIXOTO, J. . A utilização das tecnologias em ambientes virtuais como uma possibilidade de inovação pedagógica. In: III Seminário EAD de Anápolis, 2008, A-nápolis. III Seminário EAD de Anápolis. Anápolis : Editora UniEvangélica, 2008. p. 33-34.
Palavras-chave: educação a distância; inovação pedagógica; tecnologia e educação.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Educação a distância.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Classificação do evento: Local; Brasil/ Português; Meio de divulgação: Digital.

Resumos publicados em anais de congressos
1. PEIXOTO, J. ; FELIPE, M. M. . Internet, intimidade e identidades contemporâ-neas: Perspectivas identitárias e formadoras do fotolog. In: II Simpósio do Instituto Dom Fernando, 2007, Goiânia. Simpósio do IDF. Infância, Adolescência, Juventude e Família: Produção do Conhecimento e Inclusão Social, 2007. v. 1.
Palavras-chave: Internet; identidade mediatizada; fotolog.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tecnologia e Educa-ção.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Classificação do evento: Nacional; Brasil/ Português; Meio de divulgação: Digital; Homepage: http://agata.ucg.br/formularios/ucg/institutos/idf/iisimposio/asp/anais.asp; Série: 1
2. PEIXOTO, J. . Os formadores falam: as representações dos formadores de professores na área da informática aplicada à educação. In: Simpósio de Estudos e Pesquisas da Faculdade de Educação - UFG, 2006, Goiânia. Anais do XV Simpósio de Estudos e Pesquisas da Faculdade de Educação - UFG. Goiânia : Editora da UFG, 2006. p. 15-15.
Palavras-chave: formação de professores; informática educativa; papel da tecnica; representaçoes sociais.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tópicos Específicos de Educação / Especialidade: Informática e Educação.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Formação de Profes-sores.
Setores de atividade: Educação superior.
Referências adicionais: Classificação do evento: Regional; Brasil/ Português; Meio de divulgação: Digital; ISSN/ISBN: 8588227681.
3. ESTRELA, V. S. S. ; CARMO, H. F. ; PEIXOTO, J. . Contradições entre a re-presentação e a utilização da internet, pelos alunos das licenciaturas da Universida-de Católica de Goiás. In: Simpósio de Estudos e Pesquisas da Faculdade de Educação - UFG, 2006, Goiânia-Go. XV Simpósio de Estudos e Pesquisas da faculdade de Educação - UFG. Goiânia : Editora UFG, 2006. v. XV. p. 8-8.
Palavras-chave: informática educativa; midia-educação; Internet; representaçoes sociais.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tópicos Específicos de Educação / Especialidade: Informática e Educação.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Formação de Profes-sores.
Setores de atividade: Educação superior.
Referências adicionais: Classificação do evento: Regional; Brasil/ Português; Meio de divulgação: Digital; ISSN/ISBN: 8588227681.
4. PEIXOTO, J. ; FELIPE, M. M. . Uma experiência de mudança de um organis-mo de formação para a modalidade a distância: a oferta de uma disciplina curricular no sistema semi-presencial. In: 3º Congresso e Exposição Internacional de e-Learning e Tecnologia Educacional, 2006, São Paulo. Tec-Educ@tion Anais digitais. São Paulo : Humus Consultoria Educacional, 2006. v. ano II.
Palavras-chave: novas práticas; educação a distância; dispositivo de formação; se-mi-presencial.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Educação a distância.
Setores de atividade: Educação superior.
Referências adicionais: Classificação do evento: Internacional; Brasil/ Português; Meio de divulgação: Digital; Homepage: http://www.techne.com.br/humus/anais_trabalhos_resumo.asp?id=33

Apresentações de trabalho:
1. PEIXOTO, J. . Culturas digitais juvenis. 2008. (Apresentação de Traba-lho/Seminário).
Palavras-chave: cultura digital juvenil; apropriações; sociabilidades; identidades; identidade mediatizada.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tecnologia e Educa-ção.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português; Local: Anápolis; Cidade: Goiàs; Evento: XV Seminário de Atualização de P´raticas Docentes; Inst. promotora/financiadora: UniEvangélica.
2. PEIXOTO, J. . Cultures et cultures numériques. 2007. (Apresentação de Tra-balho/Conferência ou palestra).
Palavras-chave: cultura digital juvenil; Internet; identidade mediatizada.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tecnologia e Educa-ção.
Setores de atividade: Outro.
Referências adicionais: França/Francês; Local: França; Cidade: Poitiers; Evento: Université Europénne D'été; Inst. promotora/financiadora: Université de Poitiers.

Demais tipos de produção técnica:
1. PEIXOTO, J. . 11 Encontro de Atividades Científicas da UNOPAR. 2008.
Referências adicionais: Brasil/Português; Meio de divulgação: Outro; Finalidade: Parecerista; Disponibilidade: ; Nº páginas: 19; Cidade: Londrina.
2. PEIXOTO, J. . III Simpósio Internacional sobre a Juventude Brasileira. 2008.
Referências adicionais: Brasil/Português; Meio de divulgação: Vários; Homepage: www.idf.ucg.br/jubra3; Finalidade: Consultor ad hoc; Disponibilidade: ; Nº páginas: 100; Cidade: Goiânia.
3. PEIXOTO, J. ; TOSCHI, Mirza Seabra ; Barbosa, O. de F. . III Seminário de Educação a Distância de Anápolis. 2008.
Referências adicionais: Brasil/Português; Meio de divulgação: Digital; Homepage: http://www.unievangelica.edu.br/gc/imagens/file/ANAIS_FINAL.pdf; Finalidade: Co-mitê Científico; Disponibilidade: ; Cidade: Anápolis.
4. PEIXOTO, J. . Revista Eccos. 2008.
Palavras-chave: ambiente virtual de aprendizagem; educação a distância; e-learning.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Educação a distância.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português; Meio de divulgação: Impresso; Finalidade: Parecer em artigo da Revista Accos; Disponibilidade: ; Nº páginas: 17; Cidade: São Paulo.
Parecer sobre o artigo submetido à Revista Eccos: O papel do tutor no processo de ensino-aprendizagem em ambientes virtuais.
5. PEIXOTO, J. . Consultor por produto na Área de gestão e Avaliação da Edu-cação. 2006.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Gestão e Avaliação da Educação.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português; Meio de divulgação: Outro; Finalidade: Consultoria; Disponibilidade: ; Duração do evento: 3; Nº páginas: 1000; Cidade: Bra-sília; Inst. promotora/financiadora: Programa das Nações Unidas Para o Desenvol-vimento.

Demais tipos de produção técnica
1. PEIXOTO, J. . Grupo de Estudos Educação e Tecnologias. 2008. (Coordena-ção Grupo de Estudos).
Palavras-chave: tecnologia e educação.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tecnologia e Educa-ção.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português; Meio de divulgação: Digital; Finalidade: Estudo e debates de temas concernentes às relações entre a tecnologia e a educa-ção; Local: Programa de Pós-Graduação em Educação da UCG; Cidade: Goiânia; Inst. promotora/financiadora: Programa de Pós-Graduação em Educação da UCG.
2. PEIXOTO, J. . Enseigner a distance. 2007. (Curso de curta duração ministra-do/Outra).
Palavras-chave: Internet; ambiente virtual de aprendizagem; educação a distância.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Educação a distância.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: França/Francês; Meio de divulgação: Outro; Unidade: horas;
tipo de participação: Docente; Duração do evento: 6; Local: Poitiers; Cidade: France; Inst. promotora: Université de Poitiers.
3. PEIXOTO, J. . Meios de comunicação e aprendizagem escolar. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
Palavras-chave: linguagens; cultura midiática; mediação pedagógica.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português; Meio de divulgação: Digital; Unidade: ho-ras;
tipo de participação: Docente; Duração do evento: 4; Local: Universidade Estadual de Goiás; Cidade: Anápolis; Inst. promotora: UCG, UniEvangélica, EUG, UFG.
4. PEIXOTO, J. . Caminhos e descaminhos do aprender e do ensinar. 1994. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
Palavras-chave: Educação; prática pedagógica; processo educativo.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português; Meio de divulgação: Outro; Unidade: horas;
tipo de participação: Docente; Duração do evento: 24; Local: Escola Técnica Federal de Goiás / UNED Jataí; Cidade: Jataí; Inst. promotora: Escola Técnica Federal de Goiás / UNED Jataí.
5. PEIXOTO, J. . Informática na educação, uma discussão pedagógica. 1993. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
Palavras-chave: Informática e Educação; prática pedagógica.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português; Meio de divulgação: Outro; Unidade: horas;
tipo de participação: Docente; Duração do evento: 40; Local: Secretaria de estado da Educação e Cultura - Sergipe; Cidade: Aracaju; Inst. promotora: Secretaria de esta-do da Educação e Cultura - Sergipe.
6. PEIXOTO, J. . Reciclagem para professor de 1a fase. 1984. (Curso de curta duração ministrado/Outra).
Palavras-chave: Educação; prática pedagógica; processo educativo.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português; Meio de divulgação: Outro; Unidade: horas;
tipo de participação: Docente; Duração do evento: 96; Local: Escola da Rede Muni-cipal de Abadiânia; Cidade: Abadiânia; Inst. promotora: Faculdade de Educação - Universidade Federal de Goiás.

Demais trabalhos
1. PEIXOTO, J. ; Silva, A. M. L. da . Realidade Cor de Sonho. 1984 (Livro).
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes.
Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Teatro.
Referências adicionais: Brasil/Português; Meio de divulgação: Impresso; Local de Evento: Goiânia.




Bancas participação em bancas examinadoras participação em bancas de co-missões julgadoras:
Participação em bancas examinadoras:

Dissertações:
Dissertações
1. RINCON, L. H.; TOSCHI, Mirza Seabra; PEIXOTO, J.. Participação em banca de Eliani de Fátma Covem Queiroz. A formação de professores na EAD on line: um perfil interativo?. 2008. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Católica de Goiás.
Palavras-chave: interação; EAD online; formação de professores.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Educação a distância.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português.
2. RINCON, L. H.; BARRIO, J. B. M.; PEIXOTO, J.. Participação em banca de Maria Aparecida Candine de Brito. O uso dos computadores nos laboratórios de in-formática educativa na rede estadual de Goiânia: limites e possibilidades do ambiente cyber. 2008. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Católica de Goiás.
Palavras-chave: informática educativa; processo educativo; formação de professo-res.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tecnologia e Educa-ção.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português.
3. TERNES, José; ALMEIDA, F. F. de; PEIXOTO, J.. Participação em banca de Darto Vicente da Silva. A representação e o discurso pedagógico. 2008. Dissertação (Mestrado em Mestrado em Educação) - Universidade Católica de Goiás.
Palavras-chave: representação; discurso pedagógico.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português.
4. Tiballi, Elianda. A. F.; TOSCHI, Mirza Seabra; PEIXOTO, J.. Participação em banca de Cláudia Helena dos Santos Araújo. Discursos pedagógicos sobre os usos do computador na educação escolar (1997-2007). 2008. Dissertação (Mestrado em Mestrado em Educação) - Universidade Católica de Goiás.
Palavras-chave: discurso pedagógico; educação escolar; usos do computador.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tópicos Específicos de Educação / Especialidade: Informática e Educação.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português.
5. RINCON, L. H.; Santos, Gilberto Lacerda; PEIXOTO, J.. Participação em ban-ca de Josè Walber Borges Pinheiro. Alunos na educação a distância: representa-ções sociais de alunos do Sistema de Educação a Distância da Academia Nacional de Polícia. 2008. Dissertação (Mestrado em Mestrado em Educação) - Universidade Católica de Goiás.
Palavras-chave: representaçoes sociais; educação a distância; visão do aluno.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português.
6. SOUZA, Ruth Catarina C. R. de; TOSCHI, Mirza Seabra; PEIXOTO, J.. Parti-cipação em banca de Sebastião Pereira dos Santos. Entre o discurso modernizante e a precariedade da prática: Núcleo de Tecnologia Educacioanal e Formação de Professores. 2007. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal de Goiás.
Palavras-chave: formação de professores; PROINFO; NTE.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Formação de Profes-sores.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português.
7. ROURE, Glacy Queiroz de; SOUZA, Ruth Catarina C. R. de; PEIXOTO, J.. Participação em banca de Pollyana dos Reis Pereira Fanstone. Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação e Educação On Line: Uma abordagem discursiva. 2007. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Católica de Goiás.
Palavras-chave: sociedade da informação; educação online; discurso pedagógico.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Educação a distância.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português.
8. ROUDEIX, J-P; CERISIER, J-F; PEIXOTO, J.. Participação em banca de Ale-xandra Sirot. Ressources audiovisuelles pédagogiques en ligne pour l'enseignement de l'histoire. Quels usages et quels développements?. 2007. Dissertação (Mestrado em Master Ingénierie des Médias pour l'Éducation) - Universite de Poitiers.
Palavras-chave: document didactique; éducation aux médias; ressources en ligne; histoire.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tecnologia e Educa-ção.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: França/Francês.
9. CERISIER, J-F; ROUDEIX, J-P; PEIXOTO, J.. Participação em banca de Ab-dellatif Fergoug. Comment contribuer au développement du e-learning au Maroc: Cas du tutorat dans collab.tarbiya.ma. 2007. Dissertação (Mestrado em Master Ingé-nierie des Médias pour l'Éducation) - Universite de Poitiers.
Palavras-chave: formation à distance; abandon; tuteur en ligne.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Educação a distância.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: França/Francês.
10. CERISIER, J-F; ROUDEIX, J-P; PEIXOTO, J.. Participação em banca de Ve-rena Loriz. Weblogs politiques - les nouveaux médiateurs dans la communication politique. 2007. Dissertação (Mestrado em Master Ingénierie des Médias pour l'Édu-cation) - Universite de Poitiers.
Palavras-chave: weblogs; espace public; démocratie; communication politique; mé-diateurs.
Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação.
Setores de atividade: Outros setores.
Referências adicionais: França/Francês.
11. ROUDEIX, J-P; CERISIER, J-F; PEIXOTO, J.. Participação em banca de Nhât-An Doàn-Huu. Ressources audio en ligne et la compréhension orale du fran-çais. Les émissions de TV5 et RFI permettent-elles d'améliorer la compréhension orale chez les collégiens Vietnamiens?. 2007. Dissertação (Mestrado em Master Ingénierie des Médias pour l'Éducation) - Universite de Poitiers.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: França/Francês.

Monografias de cursos de aperfeiçoamento/especialização
1. Varizo, Z. M. C.; PEIXOTO, J.. Participação em banca de Regina da Silva Pi-na. Informática e ensino de matemática. 1998. Monografia (Aperfeiçoamen-to/Especialização em Especialização em Matemática) - Universidade Federal de Goiás.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tópicos Específicos de Educação / Especialidade: Informática e Educação.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português.

Participação em bancas de comissões julgadoras

Avaliação de cursos:
1. BORGES, Murilo; PEIXOTO, J. Licenciatura em Informática. 2006. Universidade Estadual de Goiás.

Outras participações:
1. RINCON, L. H.; BARRIO, J. B. M.; PEIXOTO, J.. O uso dos computadores no processo ensino-aprendizagem na Rede Estadual de Goiânia. 2008. Universidade Católica de Goiás.
Palavras-chave: informática educacional; formação de professores; prática pedagó-gica.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português.
Banca de Qualificação do Mestrado em Educação da Universidade Católica de Goi-ás, da mestranda Maria Aparecida Candine de Brito, sob a orientação da prof. Dra. Lúcia Helena Rincón.
2. TERNES, José; ALMEIDA, F. F. de; PEIXOTO, J.. A representação e o dis-curso pedagógico. 2008. Universidade Católica de Goiás.
Palavras-chave: discurso pedagógico; representação; Foucault.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tópicos Específicos de Educação / Especialidade: Informática e Educação.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português.
Banca de qualificação de mestrado.
3. RINCON, L. H.; TOSCHI, Mirza Seabra; PEIXOTO, J.. A formação de profes-sores na EAD online: um perfil interativo?. 2008. Universidade Católica de Goiás.
Palavras-chave: EAD online; canais comunicativos; formação de professores; interação; participação.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Educação a distância.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português.
Banca de qualificação de mestrado.
4. Tiballi, Elianda. A. F.; TOSCHI, Mirza Seabra; PEIXOTO, J.. Discursos peda-gógicos sobre os usos do computador na educação escolar (1997-2007). 2008. Uni-versidade Católica de Goiás.
Palavras-chave: computador e educação; estado do conhecimento; educação esco-lar.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tópicos Específicos de Educação / Especialidade: Informática e Educação.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português.
Banca de qualificação de mestrado..
5. RINCON, L. H.; Santos, Gilberto Lacerda; PEIXOTO, J.. Representações so-ciais de alunos do Sistema de Educação a Distância da Academia Nacional de Polí-cia sobre os cursos CSP e CEP. 2008. Universidade Católica de Goiás.
Palavras-chave: educação a distância; representaçoes sociais; aluno.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Educação a distância.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português.
Banca de qualificação de mestrado.
6. GOMES, C. A. da C.; PEIXOTO, J.. Como uma escola ingressa no no séuclo XXI? Estudo de caso sobre o Uso das NTCI e da Biblioteca. 2008. Universidade Ca-tólica de Brasília.
Palavras-chave: NTCI; biblioteca; Educação.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tecnologia e Educa-ção.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português.
Qualificação de mestrado.
7. SOUZA, Ruth Catarina C. R. de; TOSCHI, Mirza Seabra; PEIXOTO, J.. Entre o discurso modernizante e a precariedade da prática: Núcleo de Tecnologia Educa-cional e formação de professores. 2007. Universidade Federal de Goiás.
Palavras-chave: formação de professores; PROINFO; NTE.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Formação de Profes-sores.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português.
Banca de qualificação de mestrado.
8. ROURE, Glacy Queiroz de; SOUZA, Ruth Catarina C. R. de; PEIXOTO, J.. Novas tecnologias da informação e da comunicação na educação on line: uma abordagem discursiva. 2007. Universidade Católica de Goiás.
Palavras-chave: educação online; sociedade da informação; discurso pedagógico.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Educação a distância.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português.
Banca de qualificação de mestrado.

Eventos participação em eventos:
XV Seminário de Atualização de práticas docentes.Nativos digitais e professores se (des)encontram na sala de aula. 2008. (Participações em eventos/Seminário).
Referências adicionais: Brasil/
tipo de participação: Conferencista
forma de participação: Convidado.
2. III Seminário EAD de Anápolis.A utilização das tecnologias em ambientes virtuais como uma possibilidade de inovação pedagógica. 2008. (Participações em eventos/Seminário).
Referências adicionais: Brasil/
tipo de participação: Apresentação Oral
forma de participação: Participante; Homepage: http://www.unievangelica.edu.br/gc/imagens/file/ANAIS_FINAL.pdf.
3. IV Simpósio de Ciência e Tecnologia.Informática na Educação e inovação pedagógica. 2008. (Participações em eventos/Simpósio).
Referências adicionais: Brasil/
tipo de participação: Conferencista
forma de participação: Convidado.
4. V Simpósio em Educação.Possibilidades de pesquisa na internet. 2008. (Par-ticipações em eventos/Simpósio).
Referências adicionais: Brasil/
tipo de participação: Conferencista
forma de participação: Convidado.
5. 9 Encontro de pesquisas em Educação da região Centro-Oeste.Culturas digi-tais juvenis e as funções das tecnologias de informação e de comunicação na escola. 2008. (Participações em eventos/Encontro).
Referências adicionais: Brasil/
tipo de participação: Conferencista
forma de participação: Convidado; Homepage: http://www.fe.unb.br/anped-co/.
6. Avaliação na EaD.Avaliação em EaD. 2008. (Participações em even-tos/Outra).
Referências adicionais: Brasil/
tipo de participação: Conferencista
forma de participação: Convidado.
7. Université Université Européenne d'été.Cultures et cultures numériques. 2007. (Participações em eventos/Congresso).
Referências adicionais: França/
tipo de participação: Conferencista
forma de participação: Convidado; Homepage: http://uptv.univ-poitiers.fr/web/canal/44/theme/35/manif/153/video/1300/index.html.
8. II Simpósio do Instituto Dom Fernando.Internet, intimidade e identidades con-temporâneas: perspectivas identitárias e formadoras do fotolog. 2007. (Participações em eventos/Simpósio).
Referências adicionais: Brasil/
tipo de participação: Apresentação Oral
forma de participação: Participante; Homepage: http://agata.ucg.br/formularios/ucg/institutos/idf/IIsimposio/asp/anais.asp.
9. Colóquio de Pesquisas em Educação e Mídia.Sociabilidades juvenis: apropri-ações do fotolog por um grupo de adolescentes. 2007. (Participações em even-tos/Outra).
Referências adicionais: Brasil/
tipo de participação: Apresentação Oral
forma de participação: Participante; Homepage: http://200.156.25.73/Coloquio/trabalho/tecnologias_digitais/TC325261347149.pdf.
10. III Colóquio da Linha "Instituições e Políticas Educacionais". 2007. (Participa-ções em eventos/Outra).
Referências adicionais: Brasil/
forma de participação: Ouvinte.
11. Simpósio de Estudos e Pesquisas da Faculdade de Educação - UFG.Os for-madores falam: as representações dos formadores de professores na área de infor-mática aplicada à educação. 2006. (Participações em eventos/Simpósio).
Referências adicionais: Brasil/
tipo de participação: Apresentação Oral
forma de participação: Participante; Homepage: http://www.fe.ufg.br/simposio.
12. Simpósio de Estudos e Pesquisas da Faculdade de Educação - UFG.Contradições entre a representação e a utilização da internet pelos alunos das licenciaturas da Universidade Ca´tólica de Goiás. 2006. (Participações em even-tos/Simpósio).
Referências adicionais: Brasil/
tipo de participação: Apresentação Oral
forma de participação: Participante; Homepage: http://www.fe.ufg.br/simposio.
13. Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.Os formadores falam: as representações dos formadores na área da informática educativa. 2006. (Participações em eventos/Encontro).
Referências adicionais: Brasil/
tipo de participação: Apresentação Oral
forma de participação: Participante.
14. Séminaire émotion et expression. 2003. (Participações em even-tos/Seminário).
Referências adicionais: França/
forma de participação: Ouvinte.
15. III Jornada Internacional e Conferência Brasileira sobre Representações Sociais. 2003. (Participações em eventos/Outra).
Referências adicionais: Brasil/
forma de participação: Ouvinte.
16. Former les enseignants et les éducateurs. Une priorité pour l'enseignement superieur. 2003. (Participações em eventos/Outra).
Referências adicionais: França/
forma de participação: Ouvinte; Homepage: http://www.unesco.org/education/28.05.03_colloque.pdf.
17. Colloque "Apprendre avec l'ordinateur à l'école". 2002. (Participações em e-ventos/Outra).
Referências adicionais: França/
forma de participação: Ouvinte.
18. Biennale de l'Éducation et de la Formation. 2002. (Participações em even-tos/Outra).
Referências adicionais: França/
forma de participação: Ouvinte.
19. VII Congresso Internacional de Educação a Distância. 2000. (Participações em eventos/Congresso).
Referências adicionais: Brasil/
forma de participação: Ouvinte; Homepage: http://www.abed.org.br/antiga/htdocs/vll_congresso/index.html.
20. I International Congress on Communication and Education. 1998. (Participa-ções em eventos/Congresso).
Referências adicionais: Brasil/
forma de participação: Ouvinte.
21. IV Congresso Íbero-Americano de Informática na Educação. 1998. (Participa-ções em eventos/Congresso).
Referências adicionais: Brasil/
forma de participação: Ouvinte.
22. Seminário Municipal sobre LDB.Ensino a distância, TV Escola, informática educativa...um adeus ao professor?. 1997. (Participações em eventos/Seminário).
Referências adicionais: Brasil/
tipo de participação: Conferencista
forma de participação: Convidado.
23. VIII Simpósio Brasileiro de Informática na Educação. 1994. (Participações em eventos/Simpósio).
Referências adicionais: Brasil/
forma de participação: Ouvinte.
24. Informática e educação: os desafios do futuro. 1993. (Participações em even-tos/Seminário).
Referências adicionais: Brasil/
forma de participação: Ouvinte.
25. Informática Educativa.Informática Educativa. 1993. (Participações em even-tos/Outra).
Referências adicionais: Brasil/
tipo de participação: Conferencista
forma de participação: Convidado.
26. I Encontro de Pedagogos....Além da educação escolar- Pedadogia e informá-tica. 1992. (Participações em eventos/Encontro).
Referências adicionais: Brasil/
tipo de participação: Conferencista
forma de participação: Convidado.

Organização de eventos
1. Dubois, Philippe ; PEIXOTO, J. . Imagem, arte e tecnologia. 2008. (Outro).
Palavras-chave: imagem; tecnologias; arte.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tecnologia e Educa-ção.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Francês; Meio de divulgação: Outro; Evento itinerante: Não; Duração do evento: 1; Local: Universidade católica de Goiás; Cidade: Goiânia; Inst. promotora/financiadora: Universidade Católica de Goiás.
2. PEIXOTO, J. ; CARMO, Leonardo Cesar do . Cinema e fantasia histórica. 2008. (Outro).
Palavras-chave: cinema; Educação.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tecnologia e Educa-ção.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português; Meio de divulgação: Outro; Evento itinerante: Não; Duração do evento: 1; Local: Universidade Católica de Goiás; Cidade: Goiânia; Inst. promotora/financiadora: Universidade Católica de Goiás.
3. Tiballi, Elianda. A. F. ; PEIXOTO, J. ; BITES, M. F. S. C. . Seminário de pes-quisa: Mestrado e doutorado em educação. 2007. (Outro).
Palavras-chave: pesquisa; Educação.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Pesquisa em educa-ção.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português; Meio de divulgação: Outro; Evento itinerante: Não; Duração do evento: 1; Local: Universidade Católica de Goiás; Cidade: Goiânia; Inst. promotora/financiadora: Universidade Católica de Goiás.
4. Tiballi, Elianda. A. F. ; FREITAS, Raquel A. M. de M. ; PEIXOTO, J. ; ZANATTA, Beatriz A. ; LIBÂNEO, José C. ; MESQUITA, Deise Nanci de C. . III Coló-quio da linha de pesquisa "Teorias da educação e processos pedagógicos". 2007. (Outro).
Palavras-chave: pesquisa; Educação.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Pesquisa em educa-ção.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português; Meio de divulgação: Outro; Evento itinerante: Não; Duração do evento: 1; Local: Universidade Católica de Goiás; Cidade: Goiânia; Inst. promotora/financiadora: Universidade Católica de Goiás.

Orientações Orientações em Andamento Orientações concluídas:
Orientações em andamento.
Dissertação de mestrado:
Dissertação de mestrado
1. Roberta de Moraes Jesus de Souza. Educação a distância: um estudo sobre a escassez da formação de tutores universitários no sudoeste goiano. Início: 2008. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Católica de Goiás. (Orienta-dor).
Palavras-chave: educação a distância; tutor; formação de professores.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Educação a distância.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português.
2. Elivânia Maria da Silva Queiroz. As implicações dos ambientes virtuais de aprendizagem na formação de professores formadores. Início: 2008. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Católica de Goiás. (Orientador).
Palavras-chave: ambiente virtual de aprendizagem; educação a distância; formação de professores.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Educação a distância.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português.
3. Lyandra de Azevedo Pereira Nóbrega. O computador e os ambientes virtuais como ferramentas que auxiliam no processo ensino-aprendizagem. Início: 2008. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Católica de Goiás. (Orientador).
Palavras-chave: informática educativa; Educação; computador e educação.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tecnologia e Educa-ção.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português.

4. Edslene Dias Pereira Schütz. O poder dos educadores frente à evasão dos educandos nos cursos de educação a distância.. Início: 2008. Dissertação (Mestrado em MESTRADO INTERINSTITUCIONAL EM EDUCAÇÃO) - Universi-dade Católica de Goiás. (Orientador).
Palavras-chave: educação a distância; formação de professores.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Educação a dis-tância.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português.


5. Magna Eutimia Ferreira Lacerda Veloso. Apropriações dos recursos audiovi-suais pelos professores do Ensino Médio do Município de Rio Verde-GO. Início: 2007. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Católica de Goiás. (Ori-entador).
Palavras-chave: tecnologias; formação de professores; apropriações; recursos audi-o-visuais.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tecnologia e Educa-ção.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português.

Supervisões e orientações concluídas
Dissertação de mestrado
1. José Walber Borges Pinheiro. Alunos na educação a distância: representa-ções sociais de alunos do Sistema de Educação a Distância da Academia Nacional de Polícia. 2008. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Católica de Goiás, . Orientador: Joana Peixoto.
Palavras-chave: representaçoes sociais; educação a distância; visão do aluno.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Educação a distância.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tecnologia e Educa-ção.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português; Tipo de orientação: Orientador principal.
2. Cláudia Helena dos Santos Araújo. Discursos pedagógicos sobre os usos do computador na educação escolar (1997-2007). 2008. Dissertação (Mestrado em E-ducação) - Universidade Católica de Goiás, . Co-Orientador: Joana Peixoto.
Palavras-chave: discurso pedagógico; educação escolar; usos do computador.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Tópicos Específicos de Educação / Especialidade: Informática e Educação.
Setores de atividade: Educação.
Referências adicionais: Brasil/Português; Tipo de orientação: Co-orientador.

Monografia de conclusão de curso de aperfeiçoamento/especialização:
1. Andréia Krawczk e Silva Melo. O papel da informática na formação do professor: a trajetória da disciplina Informática e Educação nas licenciaturas na UCG. 2000. 0 f. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Programa de Formação de Professores) - Universidade Católica de Goiás. Orientador: Joana Peixoto.
2. Giórgia Marinho Mesquita. O papel do professor frente às novas tecnologias. 2000. 0 f. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Progra-ma de Formação de Professores) - Universidade Católica de Goiás. Orientador: Joa-na Peixoto.
3. Márcia Marquez Paes Leme. A construção do conhecimento utilizando a informática. 2000. 0 f. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Programa de Formação de Professores) - Universidade Católica de Goiás. Orientador: Joana Peixoto.
4. Elaine Silva Araújo. O papel do professor na sociedade do conhecimento. 2000. 0 f. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Programa de Formação de Professores) - Universidade Católica de Goiás. Orientador: Joana Pei-xoto.
5. Elenise Silva Araújo Campani. O papel do software gráfico CAD como fer-ramenta do desenho nos cursos técnicos de edificações. 1999. 0 f. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Programa de Formação de Professores) - Universidade Católica de Goiás. Orientador: Joana Peixoto.
6. Yeska Araújo Ferreira. A preparação do professor na sociedade do conhecimen-to: a informática educacional frente à prática pedagógica. 1999. 0 f. Monografia. (A-perfeiçoamento/Especialização em Especialização Em Docência Universitária) - Universidade Católica de Goiás. Orientador: Joana Peixoto.
7. Silvany Cristine Bezerra da Silva. A informática educativa numa perspectiva só-cio-interacionista. 1998. 0 f. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em Informática Educativa) - Universidade Católica de Goiás. Orientador: Joana Peixoto.
8. Sandra Lúcia Mendes. O papel da biblioteca no uso pedagógico da Internet. 1998. 0 f. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em In-formática Educativa) - Universidade Católica de Goiás. Orientador: Joana Peixoto.
9. Rosimary Silva Nunes. Um breve histórico da informática educativa no Brasil. 1998. 0 f. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Especialização Em In-formática Educativa) - Universidade Católica de Goiás. Orientador: Joana Peixoto.
10. Fabíola Guimarães Auad Ferreira Lima. A informática na educação: descrição e análise de uma experiência. 1998. 0 f. Monografia. (Aperfeiçoamen-to/Especialização em Especialização Em Ciência da Computação) - Universidade Católica de Goiás. Orientador: Joana Peixoto.

OS DESAFIOS DE UM TRABALHO COLABORATIVO
191 , Goiânia, v. 10, n. 2, p. 191-210, jul./dez. 2007. Educ
http://revistas.ucg.br/index.php/educativa/article/view/459/381

Resumo: Com o fim de refletir sobre os aspectos presentes em um trabalho media-do pelas tecnologias de informação e de comunicação (TIC), este artigo apresenta uma análise da lista de discussão de um Grupo de Trabalho da rede de cooperação
Comunidade Virtual de Aprendizagem – Rede de Instituições Católicas de Ensino Superior (CVA-RICESU). Inicialmente, apresenta o modo de funcionamento dessa Rede. Em seguida, analisa aspectos presentes no trabalho cooperativo e colaborati-vo pontuando suas especificidades, para, então, analisar as interações ocorridas na lista de discussão do Grupo de Trabalho com o propósito de identificar característi-cas relativas à cooperação e à colaboração.

Palavras-chave: educação a distância, trabalho colaborativo, análise conversacio-nal.
Joana Peixoto*
Rose Mary Almas de Carvalho**

A ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DA CVA-RICESU
Comunidade Virtual de Aprendizagem – Rede de Instituições Católicas de Ensino Superior (CVA-RICESU)1, por intermédio de um termo de cooperação técnico-científico, reúne diferentes instituições católicas localizadas em diversos pontos do território brasileiro. A criação desta Rede busca uma sinergia entre as instituições parceiras relativamente ao compartilhamento e à oferta de novos espaços de apren-dizagem mediados pelas tecnologias de informação e de comunicação (TIC), bem como ao desenvolvimento de processos e produtos educacionais.
Entre seus objetivos podem ser destacados: compartilhamento de infra-estrutura e serviços, qualificação dos processos educacionais mediados pelas TIC e geração de repositório de dados compartilhados (tais como, revistas científicas e bibliotecas digitais). Desse modo, visa favorecer a formação, no âmbito institucional, de uma rede com possibilidades de interação e cooperação entre os agentes, cujo objetivo seja a proposição de projetos permeados por inovações educacionais.
Na CVA-RICESU, cada instituição parceira possui um representante e o conjunto desses representantes forma o Conselho Gestor (CG), cujas ações são regulamen-tadas pelo seu Regimento Interno. O CG possui um coordenador e um coordenador adjunto eleitos democraticamente.
Desse modo, a organização e o funcionamento da CVA-RICESU se concretizam por meio de uma equipe de trabalho interinstitucional com relação igualitária, sem qualquer hierarquia entre seus membros.
O CG possui a função de estabelecer políticas, diretrizes e normas referentes à atu-ação da Rede por meio de projetos e atividades. Para o acompanhamento e avalia-ção das ações desenvolvidas, são realizadas reuniões ordinárias presenciais e, nos momentos não presenciais, utilizasse uma lista2 de discussão. Nesses momentos, o CG avalia as ações em desenvolvimento, define prioridades e alocação de recursos, toma decisões estratégicas e também propõe novos projetos e atividades.
A dinâmica para a operacionalização dessas ações se efetiva na constituição de Grupos de Trabalho nos quais devem estar presentes, pelo menos, um representante do CG e outros profissionais que se fizerem necessários. O GT Biblioteca Digital, por exemplo, é composto por dois membros do CG e pelas bibliotecárias das instituições parceiras. Alguns GT que têm um número maior de profissionais envolvidos possuem também uma lista de discussão e, assim, o grupo interage e desenvolve suas ações, discutindo e tomando as decisões necessárias relativas ao projeto.
O modo de atuação dos GT também se configura com as características de um tra-balho em rede cooperativa. Desse modo, as interações estabelecidas entre os agen-tes permitem o desenvolvimento de uma aprendizagem por interação. Tálamo e Carvalho (2004, p.2) afirmam que, para entender este processo “[...] no interior das redes, é preciso entendê-lo como socialmente inscrito, levando-se em consideração seu contexto institucional e cultural”. Nesse sentido, entender a dinâmica das interações é essencial para uma análise do trabalho desenvolvido por uma rede.
Neste artigo, nos propomos a investigar as listas de discussão como espaços virtu-ais para práticas discursivas, por meio das quais os participantes podem aprender a interagir com o fim de realizar um trabalho colaborativo.
A lista de discussão do GT da Biblioteca Digital (GT/BD/ RICESU) será o nosso obje-to de análise. A opção por trabalhar com esta lista tem como justificativa principal o reconhecimento da eficácia deste GT no âmbito da Comunidade em questão. A pro-posta é partir da análise das práticas discursivas produzidas pelos participantes de uma lista de discussão. O que se tem em vista é observar a presença da interação e em que medida ela se caracteriza como um instrumento mediador que possibilita o estabelecimento de um trabalho coletivo.
Além disso, pretende-se considerar a dimensão formativa desta experiência. Ou seja, parte-se do pressuposto que a interação em um ambiente virtual e mediado pode desenvolver a capacidade de cooperação ou de colaboração dos sujeitos.
Boa parte das investigações sobre a educação a distância (EAD) enfoca a aprendi-zagem em grupo e os modos de interação que ela permite.
Para designar a aprendizagem em grupo utiliza-se, freqüentemente, a expressão aprendizagem colaborativa. Estes trabalhos, embora desenvolvidos em campos dis-tintos e com metodologias de pesquisa diversas, indicam a importância de se consi-derar a perspectiva de uma aprendizagem coletiva no quadro da utilização das fer-ramentas de comunicação oferecidas pela internet (ALAVA et al., 2002; ALMEIDA, 2003; GÓMEZ, 2004; KENSKI, 2002; MAIA, 2006; MORAES, 2002; PERRIAULT, 2002; PETERS, 2003; RAMAL, 2002; SARAIVA et. Al., 2006; SILVA, 2000; SILVA; SANTOS, 2006; VALENTE; ALMEIDA; PRADO, 2003).
Ao mesmo tempo, alguns autores insistem na importância de distinção entre duas modalidades de aprendizagem, em função da maneira como se estruturam as trocas no seio do grupo (BARROS, 1994; BEHRENS, 2002; CAMPOS, 2003; HENRI; LUNDGREN-CAYROL, 2001; PALLOFF; PRATT, 2002). Assim, incluímos a discussão sobre o trabalho colaborativo em relação ao trabalho cooperativo, partindo de uma revisão dos princípios gerais da colaboração, para depois destacar as semelhanças entre colaboração e cooperação. Trata-se de evidenciar que a colaboração é mais adequada aos sujeitos autônomos, que possuem certa maturidade e que se sentem responsáveis pela tarefa com a qual estão envolvidos.

TRABALHO COOPERATIVO E TRABALHO COLABORATIVO
O principal elemento de distinção entre trabalho cooperativo e colaborativo é o grau de autonomia dos participantes e o controle que eles exercem sobre sua ação no grupo. Então, a escolha entre trabalho cooperativo e trabalho colaborativo depende da maturidade do grupo, de sua autonomia e de suas competências quanto ao tema trabalhado.
Da perspectiva do trabalho cooperativo, cabe ao coordenador ou ao moderador (conforme o tipo de grupo/comunidade em questão) um controle sobre as interações. Mas este controle é exercido de forma transparente, com o objetivo de ajudar os integrantes do grupo ou comunidade a desenvolver suas habilidades de colaboração e a adquirir uma maior autonomia. A abordagem cooperativa, por conseguinte, persegue um duplo objetivo: a realização de uma determinada tarefa e o desenvolvimento
da autonomia e da capacidade de trabalhar em grupo.
A abordagem colaborativa possui, essencialmente, os mesmos objetivos, com a diferença de que ela oferece mais liberdade aos integrantes do grupo ou comunidade. Portanto, é mais adequada ao tipo de relação desenvolvida numa lista de discussão (como a que se coloca aqui em questão), que pretende ser um espaço para a troca de informações e para o desenvolvimento de discussões de um grupo de trabalho.
Mas, a cooperação ainda é a melhor opção para aqueles integrantes de um grupo que não têm a maturidade necessária para se engajar numa real colaboração, vi-venciando de forma confortável e produtiva uma dosagem entre controle exercido e autonomia concedida. A abordagem cooperativa pode ser considerada como um método de iniciação ou de preparação para a colaboração. Inspiradas pela mesma filosofia, a cooperação e a colaboração se situam numa linha de continuidade. O participante do grupo pode, então, ser conduzido a passar de uma a outra, cada vez tomando mais decisões e assumindo mais responsabilidades.
Algumas noções, tais como o objetivo compartilhado, a tarefa e a interdependência são fundamentais para a compreensão dessa distinção entre trabalho cooperativo e trabalho colaborativo. Vamos tratar brevemente de cada uma dessas noções, de forma que sejam reunidos os elementos de reflexão que poderão ser úteis na análi-se da lista GT/BD/RICESU.
O Objetivo Compartilhado Os grupos cooperativos ou colaborativos agem ou tra-balham para atingir um objetivo comum compartilhado. Mas a partilha pode ser con-siderada em, pelo menos, dois sentidos: por um lado, dividir o todo em partes e, por outro, tomar parte ou participar de alguma coisa. No quadro da tarefa cooperativa, a partilha é entendida no sentido de divisão, ao passo que, no quadro de uma colabo-ração, partilha significa participação.
De fato, a cooperação repousa sobre a divisão das tarefas e das responsabilidades no seio do grupo. Cada membro é responsável por um gesto, por conduzir uma ação ou pela execução de uma subtarefa. O conjunto desses gestos, dessas ações e atividades conduz o grupo ao objetivo final. Assim, é o grupo como entidade que atinge o objetivo; é ele que realiza a tarefa fruto de uma produção coletiva. Cada integrante
participa do alcance deste objetivo ao oferecer uma contribuição específica para a obra coletiva.
Num contexto de colaboração, os membros do grupo têm um objetivo comum. Mas não será apenas o grupo que, por suas atividades, trabalhará para o alcance do ob-jetivo: cada membro, individualmente, buscará atingir por si mesmo o objetivo con-sensual no grupo. Daí resultarão uma produção coletiva e as produções individuais dos integrantes.
A análise das tarefas colaborativas e cooperativas, apresentada a seguir, ajuda a compreender melhor as diferentes maneiras de perceber o objetivo na cooperação e na colaboração.

Tarefa Cooperativa/Tarefa Colaborativa
A tarefa colaborativa se compõe de um conjunto de atividades ou de subtarefas consignadas num cenário de aprendizagem que conduz à exploração do conteúdo, à elaboração de representações, à comunicação de idéias e à sistematização de conhecimentos. Mas, contrariamente à tarefa cooperativa, ela não é parcelada para ser distribuída entre os participantes.
Os participantes, cada um por si, realiza o conjunto da tarefa com base nos recursos disponíveis e se apoiando no grupo que se torna, ele também, um recurso. De algu-ma forma, o grupo pode retomar a realização da tarefa utilizando as contribuições de cada um. A abordagem coletiva permite ao grupo atingir o objetivo e constituir-se em apoio para o processo individual de cada um. A colaboração atua, assim, em dois processos: do participante individual e do grupo. No contexto de uma tarefa colaborativa, o grupo deve fornecer a cada participante uma parte de seus recursos e dar a ajuda de que ele necessita para realizar sozinho a tarefa e atingir o objetivo.
O processo cooperativo se desenvolve de outra forma. O cumprimento da tarefa se dá mediante um procedimento de especialização e adota uma forma piramidal. Fre-qüentemente, o grupo é dividido em equipes, às quais se confiam subtarefas que podem ser diferentes para cada uma delas. No interior das equipes, cada integrante, individualmente, tem uma responsabilidade específica. A tarefa é considerada cumprida quando todos os integrantes da equipe fizerem o que teriam de fazer e todas as equipes compartilharem suas realizações.

Figura 1: Tarefa Colaborativa
Figura 2: Tarefa Cooperativa

A Noção de Interdependência
A interdependência é um atributo de grupos cooperativos e colaborativos, mas não tem o mesmo alcance nos dois casos. Na cooperação, a interdependência entre os participantes é muito forte porque a contribuição de uns só tem sentido se for justa-posta à dos outros ou completada pelo trabalho também dos outros. A complementaridade das tarefas e sua estreita coordenação criam nos participantes uma dependência recíproca.
Por sua vez, a colaboração valoriza uma interdependência de caráter associativo. O que importa para os membros é, sobretudo, tornar comum suas idéias, compartilhar suas realizações e encontrar inspiração e apoio no grupo.
Nos dois casos, a interdependência deve ser estimulada para que cada um descu-bra o valor dos outros, suas competências e especialidade e, assim, possa se bene-ficiar disso. Para estimular essa interdependência, o coordenador/moderador do grupo deve prever atividades que favoreçam e facilitem os contatos sociais, que permitam o desenvolvimento do sentimento de pertença a um grupo e estimulem o comprometimento com o mesmo.
Enfim, a colaboração se caracteriza por relações mais igualitárias entre os sujeitos: aprendizes, formadores, conceptores e gestores de formação ou de grupos de traba-lho. Ela preconiza um processo mais democrático que a cooperação, dando aos participantes mais poder num clima de abertura e de responsabilidade compartilhada. Em razão da maturidade, da responsabilidade e da autonomia, os participantes podem, mesmo no contexto das atividades do grupo, fazer escolhas segundo seu desejo e utilizar as estratégias que lhes convêm. Todavia, nada impede um grupo colaborativo de realizar uma tarefa segundo o modo cooperativo. Ou seja, em um processo colaborativo a tarefa cooperativa não está excluída, na medida em que ela é expressão de uma escolha feita pelo grupo, portanto, pertinente para a consecução do objetivo.
O processo colaborativo oferece ao participante a possibilidade de:
• participar de maneira ativa e constante das intervenções do grupo;
• desenvolver progressivamente sua autonomia e sua capacidade de interagir de maneira eficaz;
• desenvolver competências, tais como: análise, síntese, resolução de problemas e avaliação.
Por outro lado, ela exige do participante que ele:
• participe do grupo e persiga o objetivo comum;
• aceite funcionar num quadro de apoio mútuo entre pares;
• participe da sinergia do grupo para elaborar tarefas complexas por meio da discus-são.
Contudo, convém destacar que o grupo não é o único motor do trabalho colaborati-vo. Ele se oferece como um meio de aprendizagem, como fonte de estímulo e de apoio, mas sua esfera de ação não suplanta a do indivíduo. O participante se locali-za no centro do processo e seu engajamento com a colaboração repousa sobre o interesse intrínseco de co-participar com o grupo para ajudar no cumprimento da tarefa. Enfim, o trabalho colaborativo não é uma teoria, mas uma abordagem que visa à sistematização progressiva de conhecimentos.

DINÂMICA DISCURSIVA DE UMA LISTA DE DISCUSSÃO: ANÁLISE DE UMA INTERAÇÃO SOBRE
As reflexões sobre as características do trabalho cooperativo e do trabalho colabora-tivo nos levam a considerar a colaboração e a interação online como subsídios para o desenvolvimento de ações profissionais e como um processo formativo. Parte-se da idéia de trabalho coletivo como um modo de partilha e de sistematização de co-nhecimentos, que se realiza mediante a interação entre os participantes do grupo ou comunidade em questão. É certo que não se pode contar apenas com as tecnologias para criar situações de trabalho coletivo. Embora o ambiente virtual propicie diversas formas de interação, é o comportamento dos participantes que dará a configuração própria às relações estabelecidas no interior de um grupo ou comunidade.
Desse ponto de vista, a observação do comportamento das pessoas quando estão se relacionando, se comunicando e se expressando através de ambientes virtuais e mediados pode ser útil para a compreensão das interações e dos processos coope-rativos ou colaborativos em comunidades virtuais. Com essa finalidade é que fare-mos uma análise da dinâmica discursiva da lista de discussão do GT/BD/RICESU.
A Lista de Discussão do Grupo de Trabalho da Biblioteca Digital da RICESU O GT/BD/RICESU foi criado em 2003 com a finalidade de estruturar e implantar a Bi-blioteca Digital (BD) da CVA-RICESU. Em virtude da demanda do trabalho, no mes-mo ano foi criada a lista de discussão . No período de 2003 a 2005, as discussões se voltaram para a estruturação técnica e para o projeto de implantação da BD. A partir do lançamento da BD (em 2005) o GT passou a se dedicar à imple-mentação e ao aperfeiçoamento do sistema. Durante todo esse período, ocorreram encontros presenciais cujo objetivo era o treinamento das bibliotecárias e a discus-são de temas pertinentes à BD.
O número de participantes do GT e de sua lista de discussão sofre variações em decorrência do número de instituições parceiras da RICESU. Atualmente o GT é formado por 16 bibliotecários e 2 membros do CG. Os membros do CG acompa-nham o trabalho do GT, que é coordenado por um dos bibliotecários.
O objeto de análise neste estudo é a . O corpus é constituído de cerca de 1.106 mensagens que tratam do processo de estruturação, de implantação e de ma-nutenção da BD/RICESU3. Estas mensagens foram postadas na lista entre 2003 e 2006, conforme a Tabela 1:

Tabela 1: Distribuição das mensagens por ano (valores aproximativos)
Ano Número de mensagens
2003 246
2004 352
2005 324
2006 186
Total 1106

Estruturação Dialogal de uma Lista de Discussão
A lista de discussão pode ser utilizada para uma comunicação totalmente descen-dente, quando um único participante transmite uma informação a todos os seus membros. Por exemplo: o coordenador convoca todos os participantes do GT para uma reunião. O mais freqüente, porém, é que a comunicação funcione igualmente de maneira ascendente: um membro do grupo informa sobre um evento e a lista faz a informação circular. No entanto, pode-se considerar que o potencial comunicacio-nal de uma lista é muito mais forte quando ela é vetor de uma comunicação horizontal e, principalmente, de suporte à realização de troca de idéias.
Numa lista de discussão toda intervenção é pública, passível de ser lida por todos os participantes, mesmo que esta intervenção seja uma reação a uma outra intervenção em particular. Assim, o diálogo privado é impossível, ocorre sempre o “poliálogo” em uma teia complexa de discurso, segundo o esquema seguinte, que se baseia em
Marcoccia (1998)4:

ti [momento de emissão da primeira mensagem]
a) mensagem de L1 a L2...n
ti+x
b) Resposta de Li à mensagem de L1
c) (Resposta de Li à mensagem de L1) dirigida a L1...n
d) [pela citação total ou parcial de (a)] “réplica” de (a)

O processo se torna ainda mais complexo em virtude do fator temporal porque, a todo momento, o conjunto (b), (c), (d) pode ser produzido por um dos participantes e em uma mesma mensagem. Assim, não há uma acumulação regular que construa o conteúdo de maneira acumulativa, por adições sucessivas, há, sim, algo como o que está representado na figura a seguir (os arcos ligam as mensagens que se respondem):

Figura 3: Um Exemplo de Estruturação Dialogal

No exemplo acima, as mensagens 2, 3 e 5 respondem à mensagem 1. A mensagem 4 responde à mensagem 3, a mensagem 8 responde à mensagem 6, etc. Na realidade, o que ocorre é que vários “poliálogos” se sobrepõem, ligados por um objeto comum de discussão. Do ponto de vista técnico, fala-se de um enfileiramento (Marcuschi, 1999) que tem uma mensagem inicial cujo objeto é “X”, seguida de N mensagens que tratam da “Re: X”.
O principal objetivo das pesquisas sobre os enfileiramentos conversacionais é en-contrar estruturas recorrentes nas conversações entre pessoas. A conversação é vista como uma construção conjunta na qual os interlocutores interagem de maneira coerente. Em nossa análise, levaremos em conta que cada interação responde a uma interação precedente e, ao mesmo tempo, impõe limites discursivos à interação seguinte. O corpus em questão é tecnicamente constituído de diversos enfileiramentos, sendo assim considerados no contexto de nossa análise.
A Abordagem Interacional dos Atos de Linguagem Austin (1990, 2004) considera os enunciados de uma conversação como atos em si e não apenas em sua dimensão descritiva. Segundo ele, os enunciados são eles mesmos ações e possuem uma força ilocutória, em outra palavras, um certo valor (como uma questão, uma contes-tação, uma proposição, etc.). Assim, ele define como princípio a teoria dos atos de linguagem, segundo a qual, ao enunciar uma mensagem, um locutor efetua simultaneamente três atos:
• um ato locutório, que é a ação mesma de dizer alguma coisa;
• um ato ilocutório, que é o valor convencional da mensagem;
• um ato perlocutório, que é o conjunto das conseqüências que decorrem do ato de falar (ou os seus efeitos).

Dentre os trabalhos baseados na teoria dos atos de linguagem de Austin, a aborda-gem interacionista nos parece particularmente interessante para a análise de con-versações mediatizadas pessoa-pessoa. Esta abordagem define um modelo estrutural e funcional do diálogo5 que pode nos ser útil, uma vez que, além de pretender ser independente da tarefa, permite a identificação dos diferentes tipos de constituintes de uma conversação: as trocas, as intervenções e os atos de linguagem (ROULET, 1978; ROULET, FILLIETTAZ; GROBET, 2001). Um diálogo consiste, então, numa seqüência de trocas constituídas, elas mesmas, por intervenções que, por sua vez, são compostas de atos de linguagem.
A intervenção em uma conversação pode se compor de um ou mais atos de lingua-gem. No entanto, há pelo menos um ato principal, ou diretor, que determina a força ilocutória dessa intervenção. As intervenções podem ter três funções ilocutórias ge-néricas: a iniciativa, a reação e a avaliação. Esta força ilocutória da intervenção é determinada pelo ato de linguagem diretor da intervenção. Por isso, os atos de lin-guagem podem ser classificados em: iniciativos, reativos e avaliativos.
Tomamos essa classificação como base para testar uma grade de análise da con-versação em uma lista de discussão, considerando estas três categorias – as inicia-tivas, as reativas e as avaliativas – como indicadores potenciais de comportamentos a serem identificados.
Já vimos que uma conversação pode ser considerada como uma sucessão de trocas compostas de intervenções de locutores, constituídos, eles mesmos, de atos de linguagem em que um é o ato diretor.
Considerando, então, as conversações mediatizadas semi-estruturadas pelos atos de linguagem na lista de discussão do GT BD da RICESU,
tomamos as três categorias apresentadas por Roulet para propor a seguinte grade de análise:
Quadro 1: Grade de Análise da Conversação

Em virtude das características do corpus em pauta e da prioridade dada à interação em nossa análise, incluímos a dimensão avaliativa nas categorias “Iniciativa” e “Reativa”. Assim, o julgamento de valor será classificado como “Iniciativo” se compuser um ato de linguagem propositivo, ou como “Reativo”, caso esteja vinculado a uma reação do participante a estímulos anteriores.
Uma mesma mensagem pode ser classificada em categorias e em atos de lingua-gem diversos (2 ou 3, em geral). Na verdade, uma mensagem dá mais dinamicidade à discussão quando “reage” e “propõe” ao mesmo tempo, como ilustra o caso a seguir:

(M282/20056)
Olá Pessoal!
Concordo com a criação de uma base de autoridades. Inclusive da criação do ma-nual de inclusão dos dados. Fizemos um para primeira versão e podemos fazer ou-tro para esta. Aliás já começamos a rascunhar.
Participante207 vamos preparando e te enviando para em seguida
disponibilizar para o grupo. O que acham?
Abração

Participante46
(M299/2005)
Olá Pessoal,
Acho ótima idéia de termos um único editor para o Manual ARTE, para mantermos unidade de estilo etc. Participante46 sua oferta está aceita. Acho que devemos ter um Manual também para o TEDE. Quem se habilita? Participante29 pode ser você?
Participante6

A dinâmica conversacional
A conversação numa lista de discussão é descontínua, mas trata se de uma conver-sação, já que a condição necessária para receber essa qualificação não é a “[...] a interação face a face [...], mas a interação centrada” (GOFFMAN, apud MARCUSCHI, 1999, p. 15), que se caracteriza por ter um mesmo foco cognitivo. O corpus analisado contém muitos elementos dessa prática discursiva.
Os aspectos referentes à interação social não serão descritos em termos de organi-zação estrutural, mas levando-se em conta os diversos aspectos que devem ser par-tilhados para que a interação seja bem-sucedida (MARCUSCHI, 1999). As comuni-dades virtuais de aprendizagem não constituem apenas um espaço de “[...] sociali-zação de práticas, informações e conhecimentos, mas um ambiente propício a uma troca de sentimentos, e percepções, sendo o ‘outro’ aquele que pode trazer com suas palavras a sensação de conforto e alívio para seus questionamentos” (RAMOS, 2005). Disso decorre a introdução da categoria “Informal” a fim de destacar as intervenções que não têm como motivação principal o tema formal da lista de discussão. Trata-se de registrar as intervenções inspiradas pelas próprias relações entre os participantes. Por exemplo, quando um dos participantes anuncia que vai se afastar para se dedicar aos estudos, surgem várias mensagens de “despedida”:

(M95/2004)
Participante20, vc me paga! Estivemos juntos e não falou nada
seu camuflado...
De qq forma não desapareça e desejo tudo de bom!
bjs
Participante34

(M96/2004)
Participante20,
Só temos a lamentar a sua saída e agradecer o trabalho competente que você de-senvolveu para o nosso projeto. Deixe seus contatos, pois certamente alguém vai precisar conversar com voce, para concluir o que falta. Espero que voce não se im-porte em prestar as informações.
Felicidades e um grande abraço,

Participante6
(M97/2004)
Olá Participante20
Foi muito bom ter conhecido você,
desejo sucesso e felicidade noa sua
nova investida.
Um abraço fraterno

Participante25
(M98/2004)
Não se preocupe com isso, pois como disse meu email estará disponivel por mais um tempo e assim que tiver outro em definitivo passo para voces. Além do mais, não precisam se preocupar já que outra pessoa será contratada o mais breve possivel em meu lugar e eu participarei ativamente do treinamento dela, assim como eventualmente estarei externamente dando suporte para voces.
Abraços,
Participante20

(M99/2004)
Querido Participante20,
Navegar outros mares pode ser muito bom. Coragem e muito sucesso.
Grande beijo
Participante18
Em alguns momentos, o próprio desenrolar da discussão torna-se tema da conver-sação. É quando uma intervenção lembra alguma intervenção anterior, tratando de uma decisão que foi tomada e não está sendo seguida, por exemplo. Ou quando se faz alusão à falta de participação de alguns membros do grupo ou à ausência de manifestação quando é feita uma consulta coletiva:

(M14/2004)
Participante9,
De fato, a IE18 não disse que não se interessava, eu assim interpretei porque não houve uma declaração explícita de interesse, mas afirmações e comparações entre os conteúdos das bases. A partir do momento em que a bibliotecária sugeriu um outro título, entendi que nenhuma das bases satisfazia às necessidades da IE1. Foi com a intenção de facilitar e sugerir respostas mais objetivas que enviei um pequeno formulário, cujas respostas seriam SIM OU NÃO. Pena que poucas instituições fizeram uso dele.
Cordialmente,
Participante6

(M280/2004)
Eu, de novo!!
Como devemos fechar nossa programação em 03/9/2004, e
ainda...........não recebi resposta do e-mail em anexo, estive pensando......
Dia 02/06/2005, às 14h, Mini Auditório da Biblioteca da IE2(Já
reservado, capacidade para 100 pessoas)
Sugestões:
[...]
E então o que acham? Restam poucos dias. Participem!!
Participante5

(M81/2005)
ATENÇÃO COLEGAS, ESTAS INFORMAÇÕES SÃO IMPORTANTES
PARA QUE VOCÊS RECEBAM OS CERTIFICADOS DE
PARTICIPAÇÃO NO EVENTO. DEVEM SER ENVIADAS PARA
T(IE2) O MAIS RÁPIDO POSSIVEL.
Participante5
(M33/2003)
...
Aguardo respostas de TODOS! TODAS! para darmos andamento
as providências.
Participante6

(M174/2006)
Pessoal,
Dou-lhe uma, dou-lhe duas... Se não houver mais nada e ninguém
a declarar, consideramos encerrado o relatório.
Participante6
Embora tenha sido feita uma análise baseada em dados aproximados, conforme já foi explicitado, vamos apresentar alguns resultados provisórios sobre a dinâmica discursiva da lista de discussão do GT-BD-RICESU. No que diz respeito às três categorias, observa-se a seguinte distribuição no tempo:

Tabela 1 – Repartição das mensagens no tempo, classificadas por categorias.9

Fonte: Lista de discussão (2003/2006).
Quanto aos atos na Categoria “Informal”, observa-se uma média constante, com exceção do ano de 2005, quando estes atos se encontram numa proporção mais reduzida do que nos outros anos10. As manifestações informais de afeto estão presentes em boa parte da abertura ou da finalização das mensagens e se intensificam quando um dos participantes ou uma equipe se desliga da lista, ou após a realização de um
encontro presencial, quando ocorre a troca de fotos e de comentários, quase sempre bem humorados.
Quanto aos atos iniciativos, observa-se um aumento sutil no decorrer dos anos, ao passo que a proporção das intervenções de caráter “Iniciativo” e de caráter “Reativo” sofre uma diminuição em favor dos atos “Reativos”. Pode-se levantar a hipótese de que o comportamento dos participantes da lista GT-BD-RICESU se tornou mais pro-positivo porque houve um discreto aumento nas intervenções iniciativas, mas, sobretudo, porque a cada ano se observa uma diminuição na diferença entre as intervenções propositivas e as reativas. Ou seja, há uma tendência de equilíbrio entre “ação” e “reação” na conversação analisada.
Valeria a pena observar a proporção entre os tipos de intervenção no decorrer das discussões. Na verdade, há temas que são discutidos num tipo de enfileiramento que envolve uma demanda (uma pergunta de caráter técnico ou uma consulta, por exemplo) e uma seqüência de respostas. Em outros momentos, as “perguntas” e “respostas” se encadeiam, estando as duas presentes numa mesma mensagem.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Seria pertinente indagar se as trocas eletrônicas fazem surgir fenômenos sociais inéditos. Nós acreditamos que não, mas consideramos que as características espa-ço-temporais destes modos de comunicação permitem uma expansão de “poliálo-gos” em termos de número de participantes, duração e densidade dialógica. A utili-zação do meio escrito permite que cada intervenção deixe seu traço, podendo, as-sim, ser objeto de retomada no diálogo. Mas a falta de limites predefinidos, a evolu-ção errática dos enfileiramentos e a ausência de síntese conclusiva podem dar a impressão de gratuidade e conferir a uma discussão, por mais séria e instrutiva que ela seja, o status de uma conversação inútil, excessivamente informal e descom-prometida.
De fato, a participação de cada sujeito é essencial num trabalho colaborativo. É im-portante que as responsabilidades sejam definidas e o papel de cada um esteja cla-ramente estabelecido; evita-se, desse modo, a sobreposição de funções e a conse-qüente sobrecarga de atividades. Se esses aspectos forem reconhecidos por todos os participantes do grupo, as ações poderão se desenvolver numa dinâmica que favoreça a concretização da tarefa proposta. Esses são alguns dos pontos fundamentais para a efetivação de um trabalho colaborativo.
A análise conversacional dos meios eletrônicos de comunicação, disponíveis na internet, permite evidenciar certos fenômenos ligados à dinâmica das trocas mediatizadas pelo computador, como a estruturação das discussões, a negociação, a interdependência, etc. Os trabalhos situados nesse paradigma se baseiam na aplicação das categorias habituais da análise da conversação (definidas pelo estudo das interações face a face) às trocas mediatizadas pelo computador, com o fim de identificar
as suas especificidades. Aliás, vários trabalhos se situam numa perspectiva explici-tamente comparativa e descrevem a comunicação mediatizada pelo computador como se fosse face a face. Tal abordagem apresenta alguns problemas metodológi-cos que precisam ser enfrentados.
Tentamos, aqui, iniciar alguns passos nesta direção, trazendo a teoria da aborda-gem interacionista dos atos de linguagem para experimentar uma tipologia de análi-se.
Notas
1 Endereço eletrônico: www.ricesu.com.br.
2 Lista de discussão é uma das ferramentas de comunicação disponíveis na internet.
Trata-se de um uso particular do correio eletrônico ou e-mail. O acesso a uma lista de discussão se dá através de uma inscrição. A partir desta inscrição, o participante poderá postar a sua mensagem e receberá em seu endereço eletrônico todas as mensagens postadas na lista.
3 Os dados serão apresentados em valores aproximados. Apesar da total colabora-ção do GT/BD/RICESU, limites de tempo nos impediram de chegar a um tratamento
mais preciso do corpus. Levada em conta esta ressalva, consideramos válida a a-presentação de uma primeira análise decorrente destes dados. Outras análises po-derão se seguir, as quais devem aprofundar as categorias trabalhadas e refinar o tratamento dos dados.
4 As traduções dos textos em língua estrangeira são de nossa responsabilidade.
5 Este modelo de diálogo (evidentemente entre duas pessoas) é também pertinente
como modelo para toda conversação que envolva mais de dois locutores. Este mo-delo é também chamado de conversacional.
6 As mensagens são identificadas pela ordem e por seu ano de aparição. Por exemplo, (M282/2005) é a mensagem de número 282 do ano de 2005.
7 Os participantes, num total de 65, são identificados pela palavra “Participante”, seguida de um número que indica sua ordem em uma lista alfabética.
8 As instituições estão identificadas pela sigla IE, seguida de um número indicativo.
9 A porcentagem foi calculada em função do total dos atos de linguagem identifica-dos no decorrer da análise e não do total de mensagens por ano. Como uma mesma
mensagem pode conter mais de um ato de linguagem, justifica-se a presença de mais atos de linguagem do que o total de mensagens.
10 Infelizmente nos faltam dados para levantar hipóteses explicativas destes resul-tados.

Referências
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ALMEIDA, M. E. B. de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui., São Paulo, v. 29, n. 2, 2003. Disponível em: .Acesso em: 27 nov. 2007. doi: 10.1590/S1517-97022003000200010
AUSTIN, J. L. Quando dizer é fazer. Palavras e ação. Porto Alegre: Artmed, 1990.
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BARROS, L. A. Suporte a ambientes distribuídos para aprendizagem cooperativa. Rio de Janeiro:Ed. da UFRJ, 1994.
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Abstract: in order to reflect on aspects of a study mediated by Information and Communication Technologies (ICTs), this article presents an analysis of a Work Group’s discussion list in a cooperative communications network called Comunidade Virtual de Aprendizagem – Rede de Instituições Católicas de Ensino Superior – (The Virtual Community of Learning – a Network of Catholic Institutes of Higher Education - CVA-RICESU). Firstly, it presents the way this network functions and then it analyzes aspects of the cooperative and collaborative study, highlighting its specificity. It then goes on to analyze the interaction which occurred in the discussion list of the
Work Group with the aim of identifying characteristics relative to cooperation and collaboration.
Key words: cooperative work, collaborative work, conversational analysis.

Nossos agradecimentos aos participantes da lista de discussão do GT da Biblioteca Digital (GT/ BD/RICESU) pela autorização para a utilização deste material.

* Doutora em Ciências da Educação pela Universidade Paris 8. Professora no Mes-trado em Educação e nos cursos de licenciatura da Universidade Católica de Goiás. E-mail joanagyn@yahoo.com.br

** Mestre em Educação pela Universidade Católica de Goiás. Professora nos cursos de licenciatura e coordenadora geral do Centro de Educação a Distância da Univer-sidade Católica de Goiás.
E-mail: rose.cead@ucg.br

Um comentário:

E e J disse...

Peixoto faz debate e esclarece sobre o uso de TICS e EAD. Ela é dez...
O que você pensa sobre o uso das TICS e EAD?